Literatura em video do conto Venha ver o por-do-sol de Ligya Fagundes Telles. É um conto que todos deveriam ler. Conta a historia de uma mulher que se encontra com um ex-possessivo namorado,este a convida para ir ao cemitério, então acontece que...- Só lendo para saber. Recomendo a todos a leitura deste conto. Confira também esse vídeo do conto que é muito bom!
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
domingo, 27 de outubro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Razão de Ser - Paulo Lemiski
Escrevo. E ponto
Escrevo porque preciso
Preciso porque estou tonto
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
e as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê
Eu escrevo apenas
Tem que ter por quê?
Escrevo porque preciso
Preciso porque estou tonto
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
e as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê
Eu escrevo apenas
Tem que ter por quê?
Tirinha - Bullying
Charge - Bullying
Minhas professoras de Português e História solicitaram que também fizéssemos uma Charge acerca do trabalho do bullying.
Minha primeira Crônica
Minha Solidão
falar. Meu marido meu deixa só com meus filhos,sem ninguém para conversar fico na solidão a ver o mar. Meu mundo de solidão é chato,sem nada para ver. Todos os dias levo o meu filho pra escola,os arrumo e fico sozinha,eles vão á escola e volto a minha solidão diária.
Cecilia Meireles
Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:
"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.
(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.
(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."
"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.
(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.
(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."
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