segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Literatura em Vídeo: Venha ver o pôr-do-sol

Literatura em video do conto Venha ver o por-do-sol de Ligya Fagundes Telles. É um conto que todos deveriam ler. Conta a historia de uma mulher que se encontra com um ex-possessivo namorado,este a convida para ir ao cemitério, então acontece que...- Só lendo para saber. Recomendo a todos a leitura deste conto. Confira também esse vídeo do conto que é muito bom!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Razão de Ser - Paulo Lemiski

Escrevo. E ponto
Escrevo porque preciso
Preciso porque estou tonto
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
e as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê
Eu escrevo apenas
Tem que ter por quê?

Tirinha - Bullying

Minhas Professoras de Português e História solicitaram que criássemos uma tirinha acerca do Bullying, e ficou assim:


Charge - Bullying

Minhas professoras de Português e História solicitaram que também fizéssemos uma Charge acerca do trabalho do bullying.
 

Minha primeira Crônica

Minha Solidão

         Olho o mar,todos os dias sozinha,sem ninguém para
 falar. Meu marido meu deixa só com meus filhos,sem ninguém para conversar fico na solidão a ver o mar. Meu mundo de solidão é chato,sem nada para ver. Todos os dias levo o meu filho pra escola,os arrumo e fico sozinha,eles vão á escola e volto a minha solidão diária.
         Quem me abandonou nunca me amou de verdade, me deixou sem nada apenas com meus filhos,meus presentes a única coisa boa que meu marido me deixou. Todos os dias fico a observar,o mar,as pessoas em sua volta sem compreender como alguém pode ser tão mal. Fico na depressão sem ter nada, todo dia faço a mesma coisa essa é a minha vida pacata. Essa é minha vida,sem amigos na solidão.

Cecilia Meireles

           Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:

"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.

(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."